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A estiagem que afeta o semiárido na maior parte do ano é um dos principais desafios para os criadores de gado dessa região, principalmente para pequenos produtores que enfrentam dificuldades com recursos financeiros para alimentar os seus rebanhos. Neste período em que a vegetação perde folhas e o capim seca, produtores precisam recorrer a rações externas ou até mesmo reduzir o tamanho dos rebanhos.
Esse problema estimulou os estudantes Lívia Lopes e Pedro Henrique, do Colégio Estadual de Tempo Integral de Igaporã, a buscarem uma solução alternativa para a alimentação bovina. Os jovens cientistas, orientados pelos professores Poliana Cardoso e Robson Costa, desenvolveram um suplemento alimentar à base de moringa (moringa oleifera).
“A ideia surgiu a partir da dificuldade de nutrição animal no semiárido baiano por parte de pequenos produtores que não têm fundos para aquisição de insumos industrializados. A moringa desponta como uma solução, pois é uma planta de fácil cultivo, baixo custo de produção e que se adapta muito bem a realidade do semiárido, além de ser rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas A e C”, explica Lívia.
Os jovens colocaram em prática todas as etapas de uma pesquisa científica, inclusive com observações em quatro fazendas da região. Nestas visitas, Lívia e Pedro descobriram que duas fazendas já utilizavam a moringa como parte da alimentação bovina, enquanto as outras duas adotavam alternativas tradicionais, como capim, palma e cana-de-açúcar.
“Constatamos que algumas fazendas locais utilizavam a moringa como suplementação alimentar para o gado, o que despertou nosso interesse em investigar essa prática. Nossa proposta busca utilizar uma matéria-prima acessível aos produtores rurais, o que pode reduzir custos e incentivar soluções mais sustentáveis na alimentação animal”, ressalta a estudante.
Um lavrador de 36 anos, morador da zona rural de Igaporã, perdeu R$ 11.580 após ser alvo do golpe do “falso advogado”. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia. De acordo com o boletim, Edinardo Selvino da Silva recebeu mensagens pelo WhatsApp de um número com DDD 77.
Os golpistas utilizaram o nome do advogado Léo Humberto Guanais, de Riacho de Santana, e informaram falsamente que uma ação judicial movida por ele teria sido decidida de forma favorável. Na sequência, outro estelionatário entrou em contato por vídeo chamada usando um número com DDD 11.
Ele orientou o agricultor a realizar uma transferência de R$ 10 mil via Pix, afirmando que o valor seria devolvido juntamente com um suposto crédito de R$ 45 mil. Após o depósito inicial, os criminosos exigiram mais R$ 1.580, quantia que também foi enviada.
A vítima desconfiou da fraude quando o contato foi encerrado repentinamente. Ao procurar a secretária do advogado, soube que nenhuma ação estava em andamento e que se tratava de um golpe. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Durante patrulhamento realizado na tarde desta quarta-feira (22), em Igaporã, a equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) da 2ª CIPRv-Brumado apreendeu uma motocicleta Honda CRF, de cor vermelha, que estava sem placa e com numeração de identificação veicular suprimida. A ocorrência foi registrada na Avenida Airton Sena, por volta das 17h. De acordo com o relato policial, a guarnição realizava rondas pela cidade quando avistou o veículo em situação suspeita. Ao proceder com a verificação, os agentes constataram que tanto o chassi quanto o motor estavam adulterados, impossibilitando a identificação da motocicleta através do sistema SENATRAN. Diante da irregularidade, a moto foi apreendida e apresentada na delegacia de Guanambi, onde serão tomadas as providências legais cabíveis.
Uma jovem de 26 anos denunciou ter sido vítima de uma emboscada e espancamento na cidade de Igaporã, no sudoeste da Bahia. O crime, ocorrido no dia 12 de janeiro, teria sido motivado por ciúmes e envolveu três suspeitos: um amigo de infância da vítima, a namorada dele e a sogra. O caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia Territorial de Guanambi. A vítima, a fisioterapeuta Vilena Teixeira, relatou a agressão em suas redes sociais. Segundo ela, o ataque aconteceu depois que aceitou uma carona do amigo, que disse que os dois fariam um passeio. No entanto, ele a levou até um trecho isolado da BR-430, onde a namorada e a sogra a aguardavam. Dentro do carro, Vilena foi atacada com socos, chutes e cotoveladas. "Começaram as agressões dentro do carro. A namorada dele puxando o meu cabelo, ele me chutando, me socando, me chamando de desgraçada", contou a vítima. Ela conseguiu escapar ao fugir e se esconder em um matagal, mas antes disso ainda recebeu ameaças de morte. Os três suspeitos chegaram a ser presos em flagrante, mas foram libertados pouco depois, mediante medida protetivaque os impede de se aproximar ou entrar em contato com a vítima. A Polícia Civil segue investigando o caso, enquanto Vilena busca justiça e se recupera do trauma vivido.